Em 1891, Ellen White estava preocupada com a falta de trabalho adventista entre os negros norte-americanos. Em 21 de março, ela apresentou um “testemunho” sobre o assunto para os delegados da Assembleia da Associação Geral. Ela pediu, de maneira especial, por uma obra mais intensiva entre os negros do Sul. Seu apelo logo foi impresso em um livreto de dezesseis páginas.
Ela disse aos delegados: “O Senhor nos deu luz a respeito de tais questões. Há princípios em Sua Palavra que devem nos orientar ao lidarmos com estas questões que causam perplexidade. O Senhor Jesus veio ao mundo para salvar homens e mulheres de todas as nacionalidades. Ele morreu tanto pelos negros quanto pelos brancos. […] O mesmo preço foi pago pela salvação do homem negro e do homem branco, e o menosprezo lançado sobre os negros por muitos dos que alegam ser redimidos pelo sangue do Cordeiro […] representa mal a Jesus, revelando egoísmo, tradição e preconceito que poluem a alma. […] Que nenhum dos que levam o nome de Cristo sejam covardes em Sua causa. Em nome de Cristo, permaneçam firmes como quem olha para os portais abertos da cidade de Deus” (SW, p. 9-18).
A despeito de seu apelo para uma forte expansão das missões adventistas aos negros do Sul, nada aconteceu até 1893. Nesse ano, James Edson White “descobriu” o documento. Edson, seu filho vivo mais velho, passara por uma experiência recente de conversão aos 40 e poucos anos. Tomado por zelo, sentiu a convicção de que deveria levar a mensagem adventista aos ex-escravos do extremo Sul.
Inspirado, ao que tudo indica, pelo navio Pitcairn, o criativo Edson logo se aliou a Will Palmer (outro recém-convertido com um passado dúbio) para construir um “barco missionário” e escrever um dos capítulos mais empolgantes das missões adventistas nos Estados Unidos.
Os dois missionários improváveis construíram a embarcação Morning Star [Estrela da Manhã] em Allegan, Michigan, em 1894, gastando 3.700 dólares. A embarcação serviria de casa para a equipe de obreiros. Além disso, tinha espaço para uma capela, biblioteca, impressora, cozinha e laboratório fotográfico. Em suma, tratava-se de um entreposto missionário sobre as águas.
O fato de Deus ter conseguido usar Edson e Will me surpreende. Esse é um aspecto de Sua graça. Além disso, traz um raio de esperança para aqueles cujos filhos ainda não encontraram o Caminho.
ESCOLA SABATINA
A MENSAGEM A TODO MUNDO
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terça-feira, 17 de novembro de 2015
Em 1891, Ellen White estava preocupada com a falta de trabalho adventista entre os negros norte-americanos. Em 21 de março, ela apresentou um “testemunho” sobre o assunto para os delegados da Assembleia da Associação Geral. Ela pediu, de maneira especial, por uma obra mais intensiva entre os negros do Sul. Seu apelo logo foi impresso em um livreto de dezesseis páginas.
Ela disse aos delegados: “O Senhor nos deu luz a respeito de tais questões. Há princípios em Sua Palavra que devem nos orientar ao lidarmos com estas questões que causam perplexidade. O Senhor Jesus veio ao mundo para salvar homens e mulheres de todas as nacionalidades. Ele morreu tanto pelos negros quanto pelos brancos. […] O mesmo preço foi pago pela salvação do homem negro e do homem branco, e o menosprezo lançado sobre os negros por muitos dos que alegam ser redimidos pelo sangue do Cordeiro […] representa mal a Jesus, revelando egoísmo, tradição e preconceito que poluem a alma. […] Que nenhum dos que levam o nome de Cristo sejam covardes em Sua causa. Em nome de Cristo, permaneçam firmes como quem olha para os portais abertos da cidade de Deus” (SW, p. 9-18).
A despeito de seu apelo para uma forte expansão das missões adventistas aos negros do Sul, nada aconteceu até 1893. Nesse ano, James Edson White “descobriu” o documento. Edson, seu filho vivo mais velho, passara por uma experiência recente de conversão aos 40 e poucos anos. Tomado por zelo, sentiu a convicção de que deveria levar a mensagem adventista aos ex-escravos do extremo Sul.
Inspirado, ao que tudo indica, pelo navio Pitcairn, o criativo Edson logo se aliou a Will Palmer (outro recém-convertido com um passado dúbio) para construir um “barco missionário” e escrever um dos capítulos mais empolgantes das missões adventistas nos Estados Unidos.
Os dois missionários improváveis construíram a embarcação Morning Star [Estrela da Manhã] em Allegan, Michigan, em 1894, gastando 3.700 dólares. A embarcação serviria de casa para a equipe de obreiros. Além disso, tinha espaço para uma capela, biblioteca, impressora, cozinha e laboratório fotográfico. Em suma, tratava-se de um entreposto missionário sobre as águas.
O fato de Deus ter conseguido usar Edson e Will me surpreende. Esse é um aspecto de Sua graça. Além disso, traz um raio de esperança para aqueles cujos filhos ainda não encontraram o Caminho.
Ela disse aos delegados: “O Senhor nos deu luz a respeito de tais questões. Há princípios em Sua Palavra que devem nos orientar ao lidarmos com estas questões que causam perplexidade. O Senhor Jesus veio ao mundo para salvar homens e mulheres de todas as nacionalidades. Ele morreu tanto pelos negros quanto pelos brancos. […] O mesmo preço foi pago pela salvação do homem negro e do homem branco, e o menosprezo lançado sobre os negros por muitos dos que alegam ser redimidos pelo sangue do Cordeiro […] representa mal a Jesus, revelando egoísmo, tradição e preconceito que poluem a alma. […] Que nenhum dos que levam o nome de Cristo sejam covardes em Sua causa. Em nome de Cristo, permaneçam firmes como quem olha para os portais abertos da cidade de Deus” (SW, p. 9-18).
A despeito de seu apelo para uma forte expansão das missões adventistas aos negros do Sul, nada aconteceu até 1893. Nesse ano, James Edson White “descobriu” o documento. Edson, seu filho vivo mais velho, passara por uma experiência recente de conversão aos 40 e poucos anos. Tomado por zelo, sentiu a convicção de que deveria levar a mensagem adventista aos ex-escravos do extremo Sul.
Inspirado, ao que tudo indica, pelo navio Pitcairn, o criativo Edson logo se aliou a Will Palmer (outro recém-convertido com um passado dúbio) para construir um “barco missionário” e escrever um dos capítulos mais empolgantes das missões adventistas nos Estados Unidos.
Os dois missionários improváveis construíram a embarcação Morning Star [Estrela da Manhã] em Allegan, Michigan, em 1894, gastando 3.700 dólares. A embarcação serviria de casa para a equipe de obreiros. Além disso, tinha espaço para uma capela, biblioteca, impressora, cozinha e laboratório fotográfico. Em suma, tratava-se de um entreposto missionário sobre as águas.
O fato de Deus ter conseguido usar Edson e Will me surpreende. Esse é um aspecto de Sua graça. Além disso, traz um raio de esperança para aqueles cujos filhos ainda não encontraram o Caminho.
Em 1891, Ellen White estava preocupada com a falta de trabalho adventista entre os negros norte-americanos. Em 21 de março, ela apresentou um “testemunho” sobre o assunto para os delegados da Assembleia da Associação Geral. Ela pediu, de maneira especial, por uma obra mais intensiva entre os negros do Sul. Seu apelo logo foi impresso em um livreto de dezesseis páginas.
Ela disse aos delegados: “O Senhor nos deu luz a respeito de tais questões. Há princípios em Sua Palavra que devem nos orientar ao lidarmos com estas questões que causam perplexidade. O Senhor Jesus veio ao mundo para salvar homens e mulheres de todas as nacionalidades. Ele morreu tanto pelos negros quanto pelos brancos. […] O mesmo preço foi pago pela salvação do homem negro e do homem branco, e o menosprezo lançado sobre os negros por muitos dos que alegam ser redimidos pelo sangue do Cordeiro […] representa mal a Jesus, revelando egoísmo, tradição e preconceito que poluem a alma. […] Que nenhum dos que levam o nome de Cristo sejam covardes em Sua causa. Em nome de Cristo, permaneçam firmes como quem olha para os portais abertos da cidade de Deus” (SW, p. 9-18).
A despeito de seu apelo para uma forte expansão das missões adventistas aos negros do Sul, nada aconteceu até 1893. Nesse ano, James Edson White “descobriu” o documento. Edson, seu filho vivo mais velho, passara por uma experiência recente de conversão aos 40 e poucos anos. Tomado por zelo, sentiu a convicção de que deveria levar a mensagem adventista aos ex-escravos do extremo Sul.
Inspirado, ao que tudo indica, pelo navio Pitcairn, o criativo Edson logo se aliou a Will Palmer (outro recém-convertido com um passado dúbio) para construir um “barco missionário” e escrever um dos capítulos mais empolgantes das missões adventistas nos Estados Unidos.
Os dois missionários improváveis construíram a embarcação Morning Star [Estrela da Manhã] em Allegan, Michigan, em 1894, gastando 3.700 dólares. A embarcação serviria de casa para a equipe de obreiros. Além disso, tinha espaço para uma capela, biblioteca, impressora, cozinha e laboratório fotográfico. Em suma, tratava-se de um entreposto missionário sobre as águas.
O fato de Deus ter conseguido usar Edson e Will me surpreende. Esse é um aspecto de Sua graça. Além disso, traz um raio de esperança para aqueles cujos filhos ainda não encontraram o Caminho.
Ela disse aos delegados: “O Senhor nos deu luz a respeito de tais questões. Há princípios em Sua Palavra que devem nos orientar ao lidarmos com estas questões que causam perplexidade. O Senhor Jesus veio ao mundo para salvar homens e mulheres de todas as nacionalidades. Ele morreu tanto pelos negros quanto pelos brancos. […] O mesmo preço foi pago pela salvação do homem negro e do homem branco, e o menosprezo lançado sobre os negros por muitos dos que alegam ser redimidos pelo sangue do Cordeiro […] representa mal a Jesus, revelando egoísmo, tradição e preconceito que poluem a alma. […] Que nenhum dos que levam o nome de Cristo sejam covardes em Sua causa. Em nome de Cristo, permaneçam firmes como quem olha para os portais abertos da cidade de Deus” (SW, p. 9-18).
A despeito de seu apelo para uma forte expansão das missões adventistas aos negros do Sul, nada aconteceu até 1893. Nesse ano, James Edson White “descobriu” o documento. Edson, seu filho vivo mais velho, passara por uma experiência recente de conversão aos 40 e poucos anos. Tomado por zelo, sentiu a convicção de que deveria levar a mensagem adventista aos ex-escravos do extremo Sul.
Inspirado, ao que tudo indica, pelo navio Pitcairn, o criativo Edson logo se aliou a Will Palmer (outro recém-convertido com um passado dúbio) para construir um “barco missionário” e escrever um dos capítulos mais empolgantes das missões adventistas nos Estados Unidos.
Os dois missionários improváveis construíram a embarcação Morning Star [Estrela da Manhã] em Allegan, Michigan, em 1894, gastando 3.700 dólares. A embarcação serviria de casa para a equipe de obreiros. Além disso, tinha espaço para uma capela, biblioteca, impressora, cozinha e laboratório fotográfico. Em suma, tratava-se de um entreposto missionário sobre as águas.
O fato de Deus ter conseguido usar Edson e Will me surpreende. Esse é um aspecto de Sua graça. Além disso, traz um raio de esperança para aqueles cujos filhos ainda não encontraram o Caminho.
P
Em 1891, Ellen White estava preocupada com a falta de trabalho adventista entre os negros norte-americanos. Em 21 de março, ela apresentou um “testemunho” sobre o assunto para os delegados da Assembleia da Associação Geral. Ela pediu, de maneira especial, por uma obra mais intensiva entre os negros do Sul. Seu apelo logo foi impresso em um livreto de dezesseis páginas.
Ela disse aos delegados: “O Senhor nos deu luz a respeito de tais questões. Há princípios em Sua Palavra que devem nos orientar ao lidarmos com estas questões que causam perplexidade. O Senhor Jesus veio ao mundo para salvar homens e mulheres de todas as nacionalidades. Ele morreu tanto pelos negros quanto pelos brancos. […] O mesmo preço foi pago pela salvação do homem negro e do homem branco, e o menosprezo lançado sobre os negros por muitos dos que alegam ser redimidos pelo sangue do Cordeiro […] representa mal a Jesus, revelando egoísmo, tradição e preconceito que poluem a alma. […] Que nenhum dos que levam o nome de Cristo sejam covardes em Sua causa. Em nome de Cristo, permaneçam firmes como quem olha para os portais abertos da cidade de Deus” (SW, p. 9-18).
A despeito de seu apelo para uma forte expansão das missões adventistas aos negros do Sul, nada aconteceu até 1893. Nesse ano, James Edson White “descobriu” o documento. Edson, seu filho vivo mais velho, passara por uma experiência recente de conversão aos 40 e poucos anos. Tomado por zelo, sentiu a convicção de que deveria levar a mensagem adventista aos ex-escravos do extremo Sul.
Inspirado, ao que tudo indica, pelo navio Pitcairn, o criativo Edson logo se aliou a Will Palmer (outro recém-convertido com um passado dúbio) para construir um “barco missionário” e escrever um dos capítulos mais empolgantes das missões adventistas nos Estados Unidos.
Os dois missionários improváveis construíram a embarcação Morning Star [Estrela da Manhã] em Allegan, Michigan, em 1894, gastando 3.700 dólares. A embarcação serviria de casa para a equipe de obreiros. Além disso, tinha espaço para uma capela, biblioteca, impressora, cozinha e laboratório fotográfico. Em suma, tratava-se de um entreposto missionário sobre as águas.
O fato de Deus ter conseguido usar Edson e Will me surpreende. Esse é um aspecto de Sua graça. Além disso, traz um raio de esperança para aqueles cujos filhos ainda não encontraram o Caminho.
Ela disse aos delegados: “O Senhor nos deu luz a respeito de tais questões. Há princípios em Sua Palavra que devem nos orientar ao lidarmos com estas questões que causam perplexidade. O Senhor Jesus veio ao mundo para salvar homens e mulheres de todas as nacionalidades. Ele morreu tanto pelos negros quanto pelos brancos. […] O mesmo preço foi pago pela salvação do homem negro e do homem branco, e o menosprezo lançado sobre os negros por muitos dos que alegam ser redimidos pelo sangue do Cordeiro […] representa mal a Jesus, revelando egoísmo, tradição e preconceito que poluem a alma. […] Que nenhum dos que levam o nome de Cristo sejam covardes em Sua causa. Em nome de Cristo, permaneçam firmes como quem olha para os portais abertos da cidade de Deus” (SW, p. 9-18).
A despeito de seu apelo para uma forte expansão das missões adventistas aos negros do Sul, nada aconteceu até 1893. Nesse ano, James Edson White “descobriu” o documento. Edson, seu filho vivo mais velho, passara por uma experiência recente de conversão aos 40 e poucos anos. Tomado por zelo, sentiu a convicção de que deveria levar a mensagem adventista aos ex-escravos do extremo Sul.
Inspirado, ao que tudo indica, pelo navio Pitcairn, o criativo Edson logo se aliou a Will Palmer (outro recém-convertido com um passado dúbio) para construir um “barco missionário” e escrever um dos capítulos mais empolgantes das missões adventistas nos Estados Unidos.
Os dois missionários improváveis construíram a embarcação Morning Star [Estrela da Manhã] em Allegan, Michigan, em 1894, gastando 3.700 dólares. A embarcação serviria de casa para a equipe de obreiros. Além disso, tinha espaço para uma capela, biblioteca, impressora, cozinha e laboratório fotográfico. Em suma, tratava-se de um entreposto missionário sobre as águas.
O fato de Deus ter conseguido usar Edson e Will me surpreende. Esse é um aspecto de Sua graça. Além disso, traz um raio de esperança para aqueles cujos filhos ainda não encontraram o Caminho.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
TEMPO
Josias e Hulda
Ide e consultai o Senhor por mim, pelo povo e por todo o Judá, acerca das palavras deste livro que se achou; porque grande é o furor do Senhor que se acendeu contra nós, porquanto nossos pais não deram ouvidos às palavras deste livro, para fazerem segundo tudo quanto de nós está escrito. II Reis 22:13.
Josias, desde o limiar mesmo de sua varonilidade, havia-se empenhado em tirar partido de sua posição como rei para exaltar os princípios da santa lei de Deus. E agora, enquanto o escriba Safã lia para ele no livro da lei, o rei discerniu nesse volume um tesouro de conhecimento, um poderoso aliado na obra de reforma que tanto desejava ver executada na terra. Resolveu andar na luz dos seus conselhos, e também fazer tudo que estivesse em seu poder para familiarizar seu povo com seus ensinos, e levá-los, se possível, a cultivar reverência e amor pela lei do Céu.
Seria, porém, possível levar a efeito a necessitada reforma? De tudo que ele pôde aprender da leitura do volume na sua presença, Israel quase havia alcançado os limites da divina paciência; logo Deus Se levantaria para punir os que haviam desonrado Seu nome. Já a ira do Senhor estava inflamada contra o povo. Oprimido pela tristeza e desânimo, Josias rasgou seus vestidos, e se prostrou perante Deus em agonia de espírito, suplicando perdão para os pecados de uma nação impenitente.
Por esse tempo vivia em Jerusalém, próximo do templo, a profetisa Hulda. O espírito do rei, carregado de ansiosos pressentimentos, voltou-se para ela, e ele se determinou interrogar o Senhor por intermédio desta mensageira escolhida, para saber, se possível, se por qualquer meio ao seu alcance poderia ele salvar o extraviado Judá, agora às bordas da ruína.
A gravidade da situação, e o respeito em que ele tinha a profetisa, levaram-no a escolher como mensageiros a ela, homens dentre os primeiros do reino. “Ide”, lhes ordenara, “e consultai o Senhor por mim, pelo povo e por todo o Judá, acerca das palavras deste livro que se achou; porque grande é o furor do Senhor que se acendeu contra nós, porquanto nossos pais não deram ouvidos às palavras deste livro, para fazerem segundo tudo quanto de nós está escrito.” II Reis 22:13. Review and Herald, 22 de julho de 1915.
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